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Celebrar a Liberdade e o 25 de abril e falar dos profissionais de saúde e do Serviço Nacional de Saúde (SNS) está interligado. Neste editorial, a Direção da APDH relembra essa ligação e não esquece António Arnault, o “pai” do SNS. Nestes tempos conturbados que se vivem atualmente, para a APDH Honrar a História do SNS é garantir o seu futuro, assim como garantir o futuro de todos quantos nele trabalham.
Análise
O Centro Académico e Clínico de Coimbra apresenta neste artigo a criação da Clinical Trials Unit que representa uma transformação estrutural na forma como a investigação clínica académica é concebida, apoiada e implementada. Num contexto europeu em que os Ensaios Clínicos da Iniciativa do Investigador assumem crescente relevância estratégica, Portugal mantinha uma expressão residual destes estudos, com apenas cerca de 8% do total de ensaios clínicos realizados no país. Algo está a mudar!
Opinião
DESTAQUE | Humberto Martins, Presidente da seção regional do sul e Ilhas da Ordem dos Farmacêuticos diz que o Hospital está a mudar. Melhor: que está ao contrário! E afirma ainda neste texto que também “o medicamento tem mudado o hospital do centro para a periferia, do edifício para o território, da organização para a pessoa”. Para o responsável da OF, o hospital ao contrário desmaterializa-se enquanto edifício e materializa-se cada vez mais onde o doente está, como a hospitalização ao domicílio tem vindo a demonstrar. ATUALIDADE | O que é que o médico encontra (e vê) quando vai à Universidade? Rui Tato Marinho, Professor Catedrático da Faculdade de Medicina; pró-Reitor da área da Saúde da Universidade de Lisboa; presidente da CEIC e Assistente graduado sénior de Gastrenterologia, Hepatologia e Adictologia Clínica leva-nos numa viagem por este mundo académico e vai fazendo a ligação com a realidade e a necessidade de um enquadramento conjunto e onde os novos desafios não são esquecidos.
Entrevista
Luís Costa, diretor do serviço de Oncologia da ULS de Santa Maria é, sem dúvida, um dos oncologistas portugueses mais conhecidos e reconhecidos além fronteiras. Nesta entrevista que concedeu a O Hospital é, como sempre, direto e conciliador. Refere que os profissionais com que o país conta, nesta especialidade, devem ser mais valorizados e sobre o cancro reconhece que as novas abordagens têm conseguido dar mais sobrevida aos doentes, mesmo que por vezes nem sempre a evolução da medicina personalizada avance ao ritmo que os profissionais de saúde desejam.
